Vou ser fiel ao meu cérebro e responder a primeira coisa que me veio à cabeça: um peido, bufa ou brisa. No que toca a flatulência, ser português é maravilhoso.

Um peido e um segundo, tudo pode acontecer, de bom e de mau, mas é impossível não largar um leve sorriso, mais tímido ou eufórico, consoante a situação. Sim, largar foi a palavra que escolhi, porque quem não os larga, deixa-os cair. O melhor é sempre soltar, nunca ouvi ninguém a dizer que faz bem segurar.

O barulho é a parte engraçada, o cheiro nem tanto. Por isso, comecemos pelo cheiro, ao qual só tenho um comentário: normalmente, só não cheira mal ao dono. E se cheirar? Fujam para bem longe! Quanto ao barulho, pode ser engraçado, pode dar gargalhadas, pode até ser um torneio (onde ninguém ganha troféus, mas perdem dignidades).

Bem, é tarde e já não me vou alongar mais sobre este tema. Tal como a vedeta deste texto, um segundo é um alívio e não assusta ninguém. Para quem chegou até ao fim, um beijinho e um abraço. Temos aqui gente de força. Mas não façam muita força quando… vocês sabem!

(A imagem significa que este é o primeiro de 642 textos, espero eu. Trata-se de um livro para desbloquear e treinar escrita criativa, onde a única regra é abrir o livro, ler a ideia e abraçá-la. O livro chama-se “642 Things to write about” e contém apenas ideias e sugestões. Quem as lê, que as agarre como bem entender. Tudo é um acaso e, felizmente, tive a sorte de encontrar um post da Rita da Nova, que me apresentou este livro e decidi experimentar. Também existe a versão para desenhar, mas só me dou bem com letras. Até ao próximo episódio!)