“As saudades que eu já tinha
Da minha alegre caminha
Tão fofinha quanto eu.

Meu Deus como é bom deitar,
Dormir sestas ou ‘sleepar’
Numa cama com lençóis.”

Se quiser continuar a cantar esta nova versão da música, é só repetir estes versos mais vezes: a música original também tem uma letra repetitiva. Provavelmente, a música vai ficar na cabeça durante o resto do dia. E, se gosta de Xutos, talvez precise de ir ouvir a música “verdadeira” para combater uma qualquer nostalgia. Na pior das hipóteses, vai gostar desta nova letra e adaptá-la num futuro karaoke. Tudo isto são suposições, mas já me sinto orgulhoso.

A minha cama é espectacular. Isto sim, é algo de que vale a pena falar. A minha cama é minha confidente, de pensamentos, de sonhos e de alguma (pouca) baba. Sei que posso sempre contar com ela, estará lá sempre para me receber, de braços abertos e colchão reconfortante. Sempre que me deito, sinto um abraço carinhoso que diz “Bem-vindo de volta”.

Será amor? Talvez.

Sinto saudades de poder dormir sem ter hora para acordar. Não que eu durma muito, é só porque gosto de ser eu a escolher quando quero abandonar o meu abrigo. E isto de passar tempo a menos com a minha cama, deixa-me com saudades dela. Ou do colchão. Ou dos dois. Confesso que a minha cama e o meu colchão são um casal perfeito. Juntos somos um ménage inseparável.

Verdade seja dita. Independentemente do tempo, dormir é muito bom!